
A Claro foi a operadora que mais comprou licenças 3G, nove no total, seguida por TIM (8), Vivo(7), Oi (5), CTBC(3), Brasil Telecom e a Telemig(2).
O governo arrecadou cerca de 5,3 bilhões de reais com o leilão de licenças de telefonia móvel de terceira geração (3G), organizado pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) e concluído nesta quinta-feira.
A soma dos preços mínimos dos 36 lotes em disputa era de aproximadamente 2,8 bilhões de reais. A terceira geração da telefonia móvel permite serviços avançados como a realização de teleconferências pelo celular.
O leilão começou na terça-feira, dia em que houve maior disputa pelos primeiros lotes ofertados e terminou nesta quinta-feira.
No último dia foram oferecidas oito licenças para cobertura em cidades de Minas Gerais e do Paraná. As empresas Claro e TIM compraram dois lotes cada, para ambas as áreas. Telemig e Oi também levaram licenças de Minas, enquanto Vivo e Brasil Telecom adquiriram os lotes restantes para municípios paranaenses.
Oito grupos disputaram o leilão de frequências promovido pelo governo, segundo a Anatel, mas nem todos tiveram sucesso.
Até o momento, apenas a Oi se manifestou oficialmente sobre o resultado do leilão.
“Com as novas licenças, a Oi fortalece sua atuação nos estados em que já está presente e garante uma entrada vigorosa em São Paulo, com uma gama de serviços que irá atender todos os segmentos de consumidores”, afirmou em comunicado o presidente da empresa, Luiz Eduardo Falco.
Antes do início do leilão, na terça-feira, o presidente da Anatel, Ronaldo Sardenberg, chegou a afirmar que a licitação de 3G deveria gerar investimentos de cerca de 10 bilhões de reais, incluindo 5,3 bilhões de reais pelas licenças e compromissos de cobertura e outros 4 bilhões de reais na melhoria da atual rede de celulares, segundo o Telecom Online.

